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domingo, 9 de dezembro de 2012

O jornalismo de merda


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A prova de que, como referi aqui, a imprensa escrita já teve melhores dias, são os factos que parecem apostados em dar-me razão.
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Este editorial de O Figueirense - assinado pelo seu director e publicado já após o meu referido texto - é a prova - uma autêntica certidão, aliás – da mediocridade e total ausência de independência e coluna vertebral de um sujeitinho merdoso e medíocre a quem deram como tarefa a responsabilidade de dirigir um jornal local. Todo o texto, miserável, é uma cândida confissão pública disso mesmo. É uma coisa de antologia. Um verdadeiro tratado do lambecusismo assumido e orgulhoso.
Embora já tivesse abordado o caso neste post, nunca tinha visto algo tão explícito, confesso.
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Contudo não é apenas o jornalismo escrito e local que é praticado a arrastar pés, a beijar mãos, a lamber cus – o televisivo e nacional também.
Mas Mário Crespo, por exemplo, jamais engraxaria o cágado com a ingenuidade imbecil e provinciana do infeliz e satisfeito Joaquim Gil. Crespo é muito mais sofisticado, aspira a correspondente em Washington. Enfim, é de outro campeonato.

No entanto é bem o mesmo jornalismo de merda - que difunde a voz do dono com  dedicação canina – só para lhe agradar, em troca de migalhas, ainda que bastas, e algumas festas na cabeça. 
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3 comentários:

cid simoes disse...

Antes do deitar faz bem gargalhar. Leiam o editorial do Gil.

Rogério Pereira disse...

...mas teu génio não baixa
quando tratas de gente tão rasca

Luis Filipe Gomes disse...

O dito jornalista "amigo americano" é uma verdadeira flor no pântano, um nenúfar no lago de bosta líquida que a civilização do bife de carne moída tem despejado no Mundo. Por causa do seu jornalismo com essa excelência de conteúdo assim ele é manteúdo.