Eu, cabo-verdiano, analfabeto me confesso: porque escrever um povo não é
erguer uma Torre de Babel
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*Apolo de Carvalho*
Hoje, cinquenta anos depois da independência, em que a língua materna teve
um papel pedagógico e mobilizador fundamental, valorizar o...
Há 1 hora
1 comentário:
De cambalhota em cambalhota ele aí está de novo na Figueira. Ele há cada coisa?
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