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quarta-feira, 11 de março de 2020

O banqueiro do polvo

O crime compensa. O responsável de uma das maiores burlas de sempre em Portugal foi condenado em 2017 por burla, abuso de confiança e fraude fiscal (entre outros crimes). 
O banqueiro do polvo (e do Cavaco e afins) acaba agora mesmo de  esticar o pernil, sossegada e tranquilamente invicto - isto é, sem cumprir qualquer pena. 
Parabéns à famíglia. E aos amigos, claro.
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quarta-feira, 4 de março de 2020

então é assim:


Pla primeira vez desde que sou usuário, o inefável feissebuque impediu-me a divulgação de um post deste blogue. Trata-se do “boneco” de Ernesto Cardenal e de um pequeno poema por, supostamente, ter “conteúdo que outras pessoas no Face Book denunciaram como abusivo”.
E esta, hem? A verdade é que não sei que pense das maravilhas do logaritmo.
A propósito, o Face-Book acaba agorinha-mesmo de me impedir também a expressão desta minha perplexidade.
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terça-feira, 3 de março de 2020

Ernesto Cardenal (1925-2020)




Jamás son cinco letras imposibles (y un acento)
un vestido indecente para cualquier hora del día
un sonido para siempre inacabado.

Jamás verá jamás cumplir su sueño
(de durar eternamente)
Porque todo, absolutamente todo, tiene freno.
Nada existe sin su término.

Jamás se morirá también como cualquiera.


Ernesto Cardenal
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