A música de J. S. Bach foi “iluminada” por aquela estranha geometria cujos sons “despertam no espírito uma sensação de exactidão e de evidência absoluta".
quinta-feira, 30 de abril de 2009
J.S. Bach
O Bandeira tem razão. O macaco do Bornéu nunca chegará aos calcanhares do macaco de Darwin.
A música de J. S. Bach foi “iluminada” por aquela estranha geometria cujos sons “despertam no espírito uma sensação de exactidão e de evidência absoluta".
A música de J. S. Bach foi “iluminada” por aquela estranha geometria cujos sons “despertam no espírito uma sensação de exactidão e de evidência absoluta".
Deve ser isso que nos reconcilia com a condição de humanos.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
O velho abutre
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Nadir Afonso ou a compreensão intuitiva dos mecanismos internos das formas
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.O homem volta-se para a geometria como as plantas para o sol: é a mesma necessidade de clareza e todas as culturas foram iluminadas pela geometria, cujas formas despertam no espírito um sentimento de exactidão e de evidência absoluta Nadir Afonso
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Num país em que a norma nas artes (como em tudo) é a adesão acéfala à vaga internacional do momento, são poucos os artistas que aliam à sua prática de atelier uma profunda reflexão teórica. Nadir Afonso é um desses casos raros.
É natural que num país assim um artista destes não faça escola e seja visto como um pobre lunático. Ao contrário de outros pensadores mais badalados, Nadir não se preocupa com a “identidade”, ou a “contemporaneidade”, ou qualquer outra bizantina “temática da problemática” tão do agrado dos meios académicos. O fulcro da sua reflexão é a busca (coerente com a sua obra plástica) de uma compreensão intuitiva dos mecanismos internos das formas, a estética, o sentido da arte - o que faz dele um português universal.
“Uma das principais ideias que sempre defendeu é a de que uma obra de arte se caracteriza pelas leis que a regem: leis matemáticas, geométricas e espaciais universais, numa situação de harmonia que a torna eterna e imutável, independente das condições socioculturais. Essas leis são distintas das que caracterizam outros objectos (não artísticos), como as da originalidade, da evocação e da perfeição (…)”
“Para Nadir Afonso, o fosso entre as faculdades de raciocínio e as de percepção é enorme, mas é nas segundas que reside a capacidade inconsciente e inata de entendimento das leis naturais. É necessário ir contra a ilusão do saber racional e científico, mesmo o dos geómetras, contra a ilusão da imanência dos objectos e contra as tendências mística e psicologicizante de interpretação. O primado da relação entre as coisas, e entre elas e o sujeito, é fundamental na crítica que faz do materialismo e do idealismo, propondo a alternativa individual, baseada na exactidão “moral” de uma lógica matemática. Segundo Nadir, “a estética não poderá constituir-se senão através de uma fenomenologia da geometria perceptiva”.
“Uma das principais ideias que sempre defendeu é a de que uma obra de arte se caracteriza pelas leis que a regem: leis matemáticas, geométricas e espaciais universais, numa situação de harmonia que a torna eterna e imutável, independente das condições socioculturais. Essas leis são distintas das que caracterizam outros objectos (não artísticos), como as da originalidade, da evocação e da perfeição (…)”
“Para Nadir Afonso, o fosso entre as faculdades de raciocínio e as de percepção é enorme, mas é nas segundas que reside a capacidade inconsciente e inata de entendimento das leis naturais. É necessário ir contra a ilusão do saber racional e científico, mesmo o dos geómetras, contra a ilusão da imanência dos objectos e contra as tendências mística e psicologicizante de interpretação. O primado da relação entre as coisas, e entre elas e o sujeito, é fundamental na crítica que faz do materialismo e do idealismo, propondo a alternativa individual, baseada na exactidão “moral” de uma lógica matemática. Segundo Nadir, “a estética não poderá constituir-se senão através de uma fenomenologia da geometria perceptiva”.
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Aqui podeis ver o Mestre e, se conguirdes alhear-vos da colecção de banalidades que "emolduram" a reportagem, ouvi-lo, de viva voz.
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
Outros sítios

Hoje apeteceu-me deambular.
Descobri um magnífico blog sobre Chaves, a mui nobre e sempre leal cidade do Tâmega e dos meus graves anos adolescentes. Pela imagem, talvez se compreenda porque o menino Nadir Afonso, nado e criado aqui, haveria de ficar para sempre cativo da “estranha matemática das coisas” e do fascínio pela geometria da natureza.
Descobri um magnífico blog sobre Chaves, a mui nobre e sempre leal cidade do Tâmega e dos meus graves anos adolescentes. Pela imagem, talvez se compreenda porque o menino Nadir Afonso, nado e criado aqui, haveria de ficar para sempre cativo da “estranha matemática das coisas” e do fascínio pela geometria da natureza.
domingo, 19 de abril de 2009
Oração

“Todo o universo poderia ser conduzido por uma única lei,
se essa lei fosse boa.”
Marquês de Sade
se essa lei fosse boa.”
Marquês de Sade
Agora que, como nunca, paira sobre a justiça a sombra dúbia da iniquidade, receio que, depois do riso, só nos reste a oração.
Lembrei-me desta, que consta de um pequeno livro que comprei há muitos anos e reúne os “argumentos ateístas” do Marquês de Sade.
O divino marquês, sem nunca ter sido julgado, foi prisioneiro de dois séculos e de três regimes: a Monarquia, a Revolução e o Império. Esteve cativo um total de vinte e sete anos. O pobre marquês, muito dado aos ímpetos libidinais, foi sobretudo vítima dos seus ímpetos panfletários. Enfim, teve as suas contas com a justiça. Consta que chegou mesmo a ir preso por dívidas. Morreu internado num hospício. Não, não era louco, embora também não fosse santo; mas se o fosse receio que seria contestável.
Santificado foi Nun’Álvares, mas não consta que tenha rezado assim.
Rezemos pois a oração que o divino marquês nos ensinou:
Lembrei-me desta, que consta de um pequeno livro que comprei há muitos anos e reúne os “argumentos ateístas” do Marquês de Sade.
O divino marquês, sem nunca ter sido julgado, foi prisioneiro de dois séculos e de três regimes: a Monarquia, a Revolução e o Império. Esteve cativo um total de vinte e sete anos. O pobre marquês, muito dado aos ímpetos libidinais, foi sobretudo vítima dos seus ímpetos panfletários. Enfim, teve as suas contas com a justiça. Consta que chegou mesmo a ir preso por dívidas. Morreu internado num hospício. Não, não era louco, embora também não fosse santo; mas se o fosse receio que seria contestável.
Santificado foi Nun’Álvares, mas não consta que tenha rezado assim.
Rezemos pois a oração que o divino marquês nos ensinou:
Oração
“Ó meu deus, tenho um único favor a pedir-te e não mo queres conceder por mais insistentes que sejam as minhas súplicas; esse favor, essa graça insigne, seria ó meu deus, que não escolhesses para meus correctores homens ainda piores do que eu, que não me abandonasses, a mim, que sou culpado apenas de vulgaríssimas e pequeníssimas faltas, nas mãos de tratantes calejados no crime, para quem infringir as tuas leis não passa de uma brincadeira a que se entregam a todo o momento. Põe o meu destino, ó meu deus, nas mãos da virtude, que é a tua imagem neste mundo, porque só os que a respeitam podem reformar o vício; não escolhas para meus regentes, ó melhor dos seres, um monopolizador, um ladrão de pobres, um bancarroteiro – um sodomita – um flibusteiro, um aguazil da inquisição de Madrid, um jesuíta despadrado e uma alcoviteira; já que tenho de ser sacrificado, ó meu deus, já que está escrito no teu grande livro que me fizeste nascer para servir de pasto a porcos, e visto que sabeis melhor do que ninguém que o único fruto que posso recolher daí é o de tornar-me ainda pior do que já sou, devido ao suplemento de ódio que serei obrigado a sentir pelos meus irmãos, faz pelo menos com que o meu exemplo possa servir, pelo teu santo poder, aos meus compatriotas e que os vis tratantes que acabo de nomear, constatando, pela ineficácia dos seus tratamentos na minha pessoa, a impossibilidade de ocultar doravante os seus horrores sob a máscara de uma tão quimérica igualdade, imaginem finalmente outros meios para escravizar os seus semelhantes aos prodigiosos desregramentos da sua vingança e da sua cupidez. Amen. Fructus belli.”-------------------------------------------------------------------------------------------------
Esta Oração foi escrita em 1782 e publicada pela primeira vez em 1949.
O desenho ao alto foi inspirado no retrato imaginário do Marquês de Sade, de Man Ray.
Esta Oração foi escrita em 1782 e publicada pela primeira vez em 1949.
O desenho ao alto foi inspirado no retrato imaginário do Marquês de Sade, de Man Ray.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Juan gris e o “sarcasmo extremo” do humor gráfico
Picasso e Braque já tinham reduzido a “velha ordem” (a perspectiva) a cinzas quando Juan Gris se lhes juntou para dar cor aos destroços.
Mas antes disso, José Victoriano Gonzalez Perez, o cubista”intelectual”, o Saint-Just da revolução cubista, tinha começado a ganhar a vida aos dezassete anos trabalhando para a imprensa ilustrada de Madrid.
Esta exposição, de que tive conhecimento através do blog de Kap, mostra os oito anos em que Juan gris colaborou com a imprensa satírica de Espanha e de França (onde se tinha refugiado para fugir ao serviço militar e para cumprir os seus anseios artísticos) e revela o seu humor incorrecto e corrosivo assim como a evolução gráfica desde os desenhos iniciais até encontrar o estilo pessoal em que ”mediante la vía sintética explora las elipsis y sinopsis gráficas que le conducirán al cubismo.”
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Ao alto, bodegón com persiana, Juan Gris
quarta-feira, 15 de abril de 2009
O director-geral
o povo completo será aquele que tiver reunido no seu máximo
todas as qualidades e todos os defeitos.
Coragem, Portugueses, só vos faltam as qualidades
Almada Negreiros
todas as qualidades e todos os defeitos.
Coragem, Portugueses, só vos faltam as qualidades
Almada Negreiros
Para além de uma bovina e mórbida perversidade auto-punitiva, uma outra razão para o proverbial atraso civilizacional de Portugal é a capacidade que os portugueses têm de se deixarem governar por elites labregas, obtusas e pretensiosas.
Os portugueses apreciam lideranças fortes, seguras e autoritárias, ainda que de cóleras aflautadas (veja-se o caso paradigmático de Salazar e do actual primeiro-ministro, cuja moralidade duvidosa e duvidoso currículo académico comprovado lhe permitem perorar impunemente sobre a ética na política e a qualificação académica dos seus semelhantes). Esta característica tonitruante e estridente garante-lhes uma popularidade que lhes legitima toda a cadeia hierárquica de chefias nomeadas à sua imagem. De ministros a secretários de estado e a directores gerais.
O director geral de saúde Francisco George, por exemplo, acha que a "desmaterialização dos certificados de óbito" é um "grande projecto" para a saúde pública em Portugal, o "mais significativo e seguramente o mais importante". Nem mais. Quais fim das listas de espera para cirurgias! Quais introdução da estomatologia no SNS! – A certidão de óbito digital é que é!
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Mas não tenhais medo.
Já vem aí a nova fornada de ministros e directores gerais. E para aferir da sofisticação de uma elite, nada como apreciar como se diverte. Os estudantes de Coimbra meu deus, fartos da diversão pimba de lineu das suas habituais libações, descobriram o pimba alternativo (!).
Descansai, portugueses, o futuro das vossas elites está à altura obtusa do seu passado labrego. Só que desta vez sem pretensões.
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domingo, 12 de abril de 2009
Primeiro estranha-se, depois entranha-se
A seu respeito, falam da “potência e simplicidade” de Aretha Franklin, da “sinceridade “ de Rocío Jurado ou da “expressividade” e “sensibilidade” de Billie Holliday ou de Chavela Vargas, mas receio que o fenómeno, ainda que igualmente intangível é exponencialmente “entrañable”.
É Concha Buika.
Como alguém disse: ”é glorioso descobrir uma jóia como esta no meio de tanto lixo que a industria discográfica produz hoje em dia”.
sábado, 11 de abril de 2009
O comissário maravilhas

Se o português é depressivo e neurasténico, este é um português fora de série.
Ele é o senhor feliz e o senhor contente num só.
Em tempo de crise o homem irradia felicidade e auto estima. E tem motivos para isso. Não há festa nem festança onde não vá a constança.
Entre outras façanhas menos conhecidas, factura cinco (5) mil euros por reunião na Brisa; tem um one man show (com partnaire) na TV onde, todas as segundas-feiras demonstra socraticamente, em notas filosoficamente soltas, como o país é bem governado, e foi nomeado “comissário” das, como diz o Pedro Penilo, no seu blogue, “7 maravilhas que certos e determinados portugueses mandaram fazer aos outros”.
Do ponto de vista do desenho, as formas rubicundas e as linhas curvas adaptam-se como luvas à auto-satisfação que caracteriza o personagem.
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Ele é o senhor feliz e o senhor contente num só.
Em tempo de crise o homem irradia felicidade e auto estima. E tem motivos para isso. Não há festa nem festança onde não vá a constança.
Entre outras façanhas menos conhecidas, factura cinco (5) mil euros por reunião na Brisa; tem um one man show (com partnaire) na TV onde, todas as segundas-feiras demonstra socraticamente, em notas filosoficamente soltas, como o país é bem governado, e foi nomeado “comissário” das, como diz o Pedro Penilo, no seu blogue, “7 maravilhas que certos e determinados portugueses mandaram fazer aos outros”.
Do ponto de vista do desenho, as formas rubicundas e as linhas curvas adaptam-se como luvas à auto-satisfação que caracteriza o personagem.
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sexta-feira, 10 de abril de 2009
O país do “respeitinho” e a liberdade de opinião
sábado, 4 de abril de 2009
Descartes
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O bom senso é a coisa mais bem distribuída do mundo: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de se contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que têm René Descartes
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Se René Descartes pudesse viver este nosso tempo, em que a palermice e o fanatismo estão tão na ordem do dia como no seu, "a economia" é uma nova espécie de religião e os economistas uma espécie endeusada de demiurgos troca-tintas - o pai do racionalismo e do “penso , logo existo” talvez também cogitasse sobre como existir pode ser uma looonga paciência.
Esta é uma caricatura executada a partir do célebre retrato que dele fez o grande Frans Hals.
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domingo, 29 de março de 2009
Dois anos na bloga
Quando escrevi isto não supus que, um ano depois, ainda aqui estaria.
Hoje, não sei que dizer.
Mas agradeço à selecta audiência deste blogue, sem a qual nada teria sido possível.
Devido à crise económica estrutural e ao adiantado da hora, não há programa das festas. Mas os trabalhos continuarão com normalidade.
Hoje, não sei que dizer.
Mas agradeço à selecta audiência deste blogue, sem a qual nada teria sido possível.
Devido à crise económica estrutural e ao adiantado da hora, não há programa das festas. Mas os trabalhos continuarão com normalidade.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Maria José Morgado

Maria José Morgado disse ao jornal Sol que existe enriquecimento ilícito em Portugal.
Disse que “há políticos pobres que ao fim de alguns anos estão milionários”(!) e defende mesmo “uma lei contra o enriquecimento ilícito.”
Eu sou um sujeito muito ignorante. Nem sequer sabia que em Portugal não existe “uma lei contra o enriquecimento ilícito”.
Mas de uma penada fiquei a saber que a corrupção é legal (visto não haver lei que o proíba). E na razão directa, fiquei desconfiado da legalidade do cargo que a inefável senhora desempenha com tanto panache (assim como todo o Departamento de Investigação e Acção Penal).
Eu sempre desconfiei que a Justiça, em Portugal, era uma brincadeira de meninas.
Eu sou um sujeito muito ignorante. Nem sequer sabia que em Portugal não existe “uma lei contra o enriquecimento ilícito”.
Mas de uma penada fiquei a saber que a corrupção é legal (visto não haver lei que o proíba). E na razão directa, fiquei desconfiado da legalidade do cargo que a inefável senhora desempenha com tanto panache (assim como todo o Departamento de Investigação e Acção Penal).
Eu sempre desconfiei que a Justiça, em Portugal, era uma brincadeira de meninas.
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sexta-feira, 20 de março de 2009
a FECO e eu

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Pronto. A FECO- PORTUGAL, essa intrépida associação de alegres melancólicos que pretende que neste país os profissionais do riso sejam levados a sério, aceitou-me generosamente entre os seus membros.
Tive a honra de participar com este modesto cartoon (cliquem sobre a imagem para ver melhor) na sua mais recente produção: o “BRONKIT” - suplemento humorístico do Jornal “O Trevim”, que este mês foi dedicado à Educação…
A partir de hoje exibirei o seu logo orgulhosamente, (como um brasão heráldico) na orelha direita deste blogue.
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Pronto. A FECO- PORTUGAL, essa intrépida associação de alegres melancólicos que pretende que neste país os profissionais do riso sejam levados a sério, aceitou-me generosamente entre os seus membros.
Tive a honra de participar com este modesto cartoon (cliquem sobre a imagem para ver melhor) na sua mais recente produção: o “BRONKIT” - suplemento humorístico do Jornal “O Trevim”, que este mês foi dedicado à Educação…
A partir de hoje exibirei o seu logo orgulhosamente, (como um brasão heráldico) na orelha direita deste blogue.
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